Planeta dos macacos: O confronto
Direção: Matt Reeves.
Produção: Peter Chernen; Dylan Clark;
Rick Jaffa e Amanda Silver.
Elenco: Andy Serkis;
Gary Oldman;
Jason Clark;
Kodi Smit-Mcphee;
Keri Russel;
Judy Greer.
Gênero: Ação, Ficção científica.
País/ Ano: Eua, 2014.
A humanidade agora enfrenta um vírus símio, desenvolvido em laboratório, os poucos humanos que restaram são imunes ao tal vírus.
Enquanto isso, os macacos evoluíram na floresta. A história acontece dez anos após o primeiro filme (O Planeta dos macacos, 2011).
Os humanos precisam de energia elétrica, contudo, a única Usina hidrelétrica está na floresta. Dreyfus (Gary Oldman) deseja usar a Usina, a qualquer custo. Mas Malcom (Jason Clark) percebe que César ( Andi Serkis) e os demais, não são apenas macacos, e decide fazer contato, tentando evitar a guerra.
Atenção: a partir daqui, o texto pode conter spoilers!
O filme choca não só pela perfeição da captura de movimentos (até porque Andy Serkis é macaco velho na área u-u Tum Dum Ts!), mas pela forma que a evolução dos macacos é mostrada. Eles comunicam-se por sinais (algo que é possível, procurem o caso Koko), falam, ok são palavras curtas, mas é impressionante, mesmo sabendo que os símios não tem estrutura anatômica para tal, e escrevem. Não apenas escrevem, como também tem suas "leis" como a citada "Macaco não mata macaco". O filme traz ainda a discussão sobre o uso de animais em laboratório (ainda que em segundo plano), através da história do coadjuvante Koba(Toby Kebell), braço direito de César, que não confia em humanos, pois ele fora torturado e usado como cobaia em laboratório. Ao contrário de César, Koba conheceu apenas o lado ruim dos humanos. Grande parte da história, se passa pela visão de César e ele fica tão impressionado quanto o espectador, de como macacos e humanos são semelhantes.
Na minha opinião, merece 5 Johnnys:




Na minha opinião, merece 5 Johnnys:





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